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segunda-feira, outubro 23, 2006

O DESENVOLVIMENTO DA FAMILIA LULA DA SILVA - INVEJÁVEL!!

Amor Natural



A VEJA E O DESENVOLVIMENTO DA
FAMÍLIA LULA DA SILVA PÓS PLANALTO
Quando o debate é crescimento econômico, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende a estranha tese de que se deve evitar a comparação do Brasil com outros países. Diz ele que ela tem de ser dar com o nosso próprio desempenho. Talvez pense o mesmo sobre escândalos. Pois bem... Mesmo comparando o padrão de seu governo com o histórico da moralidade pátria, estamos diante de uma realidade de assustar. Alexandre Oltramari conta em detalhes a formidável ascensão de Fábio Luiz da Silva, filho do presidente Lula, na Veja desta semana.

Em entrevista à Folha, o Apedeuta afirmou que Lulinha é o seu “Ronaldinho”, atribuindo a seu garoto — nem tanto assim: já tem 31 anos — dons fenomenais. Quem leu a história da Veja e se decepcionou porque “não seria uma bomba atômica” está sob o que eu chamaria “Efeito Esculhambação”: estamos começando a perder a noção do certo e do errado, a ficar sem parâmetros. Que Lulinha era monitor de Jardim zoológico até o fim de 2003 e hoje é um milionário, disso nós já sabíamos, é fato. As oposições sempre evitaram tocar no assunto porque seria “questão pessoal”. Coisa nenhuma!

Até os 28 anos, esse rapaz ganhava R$ 600. Padre Vieira, conta a lenda, era um tanto idiota. Teria tido uma dor de cabeça, um desmaio, e acordado gênio. O episódio ficou conhecido como “O Estalo de Vieira”. Pois bem, já se pode falar de um “Estalo de Lulinha”. O cara era monitor de zebra, paca e girafa até outro dia. O pai chega à Presidência, e ele se torna um fenômeno, um Ronaldinho dos negócios. A reportagem de Veja não é repeteco de nada, não. E vai muito além do que era conhecido.

O que não é novo
Já se sabia, em síntese, que, em novembro de 2003, Lulinha havia se tornado sócio de Fernando e Kalil Bittar, filhos de Jacó Bittar, amigo de Lula, numa empresa que acabou resultando na Gamecorp. Também era sabido que a Telemar — uma concessão pública, com quase metade do capital dividido entre o BNDES e fundos de pensão — injetara nada menos de R$ 15 milhões no empreendimento, tornando-se sócia dos rapazes. Também não é novidade que esses empreendedores “alugam” hoje seis horas diárias da grade do Canal 21 (mesmo grupo da Band) e que, após o contrato, o canal até mudou de nome: PlayTV. O mercado publicitário — isso não está na Veja, estou afirmando eu, especula sobre uma eventual venda de gaveta do já antigo Canal 21 para estes empedernidos schumpeterianos.

O que não se sabia
O que é novidade — e é coisa da maior gravidade — é que Lulinha e seus amigos se tornaram, na prática, lobistas com trânsito no Palácio do Planalto. E com tal força, que a lei que regula as teles só não foi mudada porque a própria Veja noticiou a associação da Telemar com a Gamecorp em julho do ano passado.

Leiam um trecho da reportagem: “O caso de Lulinha tem uma complexidade maior. Sua relação com a Telemar não se esgota nos interesses de ambos na Gamecorp. O filho do presidente foi acionado para defender interesses maiores da Telemar junto ao governo que o pai chefia. Em especial, em setores em que se estudava uma mudança na legislação de telecomunicações que beneficiava a Telemar. VEJA descobriu agora que a mudança na lei foi tratada por Lulinha e seu sócio Kalil Bittar com altos funcionários do governo. O assunto levou a dupla a três encontros com Daniel Goldberg, titular da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE). Em um desses encontros, ocorrido no início de 2005, Lulinha e Kalil, já então sócios da Telemar, sondaram o secretário sobre a posição que a SDE tomaria caso a Telemar comprasse a concorrente Brasil Telecom – fusão que a lei proíbe ainda hoje. Goldberg, ciente do obstáculo legal, disse que o negócio só seria possível mediante mudança na lei. O estouro do escândalo Lulinha abortou os esforços para mudar a legislação e favorecer o sócio do filho do presidente.”

Ao tentar explicar o tremendo sucesso de seu filho Fábio Luis, cujo enriquecimento é um caso raro no mundo dos negócios, o presidente Lula disse: "Deve haver um milhão de pais reclamando: 'por que meu filho não é o Ronaldinho?' Porque não pode todo mundo ser o Ronaldinho." É, pois é... Nem todo mundo pode.

Fonte:Veja mais no Blog do REINALDO AZEVEDO

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